Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

EMRC em Silves sobe 3%


No início de cada ano lectivo, os professores de EMRC elaboram sempre os dados estatísticos dos alunos inscritos na disciplina. A EMRC no nosso agrupamento de escolas em 2008-2009 teve cerca de 63% dos alunos inscritos em Moral. Este ano de 20o9-10 face aos resultados do ano anterior, assistimos a um aumento de 3% ficando em cerca de 66,3%.

(Conferir dados estatísticos na coluna do lado.)

Prof. Tito Romeu

Terça-feira, 29 de Setembro de 2009


UMA RENOVAÇÃO IMPRESCINDÍVEL

Os professores de EMRC partilham os problemas de todos os outros professores e ainda acumulam dificuldades específicas

Igreja reforça aposta na Educação




A Igreja Católica em Portugal celebra de 4 a 11 de Outubro a Semana Nacional da Educação... »»»


NOVOS MANUAIS DE EMRC
A forma como os temas foram tratados, nas diferentes Unidades Lectivas, remete para a valorização da interdisciplinaridade


Sara Guardado da Silva

Um novo ano lectivo



Um novo ano lectivo chegou. E é mesmo novo. Cansados do "velho", restabelecidos por... »»»
por Elisa Urbano
Que contributo da Escola Católica para a educação cristã?

Aproximando-se a Semana Nacional da Educação Cristã, a celebrar de 4 a 11 de Outubro, subordinada ao tema “Educação Cristã: um serviço e um compromisso”, será pertinente perguntar qual o contributo da Escola Católica para esta “educação cristã” da sociedade portuguesa.

A Igreja Católica em Portugal celebra de 4 a 11 de Outubro a Semana Nacional da Educação... »»»


fonte:emcdigital

Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Bento XVI visita Portugal em 2010


O Papa Bento XVI visita Portugal a 13 de Maio de 2010, a convite dos Bispos Prtugueses e do presidente da República.

http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=75159



Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Igreja quer professores de EMRC com habilitação própria

Situação é mais grave no interior do país. Novo ano lectivo com mais alunos no primeiro ciclo

A Igreja Católica está preocupada com a falta de formação de uma parte significativa dos docentes de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC). “Temos áreas no país onde há vários professores sem habilitação”, afirmou o novo director do departamento da Conferência Episcopal Portuguesa responsável por aquela área.

Apesar de não adiantar números, Dimas Pedrinho refere que há “muitos” docentes nessa situação, sobretudo “nas zonas do interior do país”. O problema reside na distância entre essas regiões e os pólos da Universidade Católica”, instituição que, através do Mestrado em Ciências Religiosas, assegura a formação necessária para a leccionação de EMRC.

Embora os professores estejam a “fazer um esforço por ir à fonte buscar a sua formação”, é necessário que a Universidade Católica continue a investir no aperfeiçoamento de modalidades de ensino, designadamente pela Internet, que possibilitem a aprendizagem aos docentes que não podem frequentar diariamente o ensino presencial.

“Para já, não há nada específico que exija taxativamente habilitação própria aos professores de Educação Moral e Religiosa Católica. Mas ela poderá vir a ser requerida, e essa é uma preocupação que teremos de enfrentar, com toda a certeza”, declarou Dimas Pedrinho à Agência ECCLESIA.

Início do ano: aumento dos alunos do primeiro ciclo

Durante a reunião realizada neste Sábado, em Fátima, para avaliar o início do ano escolar, os representantes diocesanos referiram que uma das suas principais dúvidas consiste em saber se, no primeiro ciclo, a EMRC deve ser leccionada antes ou depois das aulas de enriquecimento curricular.

“As escolas e os directores têm dúvidas e as Direcções Regionais não respondem por escrito aos esclarecimentos pedidos. Na prática, a disciplina continua a flutuar no horário”, explicou Dimas Pedrinho.

“O Secretariado Nacional da Educação Cristã tem feito um esforço para clarificar esta situação com os nossos políticos, e continuaremos a agir nesse sentido. O que a lei diz, actualmente, é que a EMRC é a vigésima sexta hora do horário dos alunos do primeiro ciclo; não quer dizer que seja dada depois das vinte e cinco, mas, com toda a certeza, deverá ser marcada antes das actividades de enriquecimento curricular”, acrescentou.

“Por isso – continuou o responsável – a EMRC tem precedência sobre aquelas actividades, pelo que elas nunca deverão ser um problema para as nossas aulas”.

Outra questão que tem preocupado os professores relaciona-se com a aprovação de um despacho, nos Açores, que reorganiza o currículo do Ensino Básico. De acordo com esta legislação, a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica foi eliminada do primeiro ciclo, ao passo que no segundo e terceiro o seu estatuto tornou-se ambíguo. Esta regulamentação, datada de 30 de Julho, será implementada a título experimental durante 2009/10, mas tudo aponta para que, a partir do próximo ano, se alargue a todas as escolas do arquipélago.

“Não tenho dúvida nenhuma que o despacho é ilegal, uma vez que contraria disposições que estão em vigor em decretos-lei”, afirma Dimas Pedrinho.

Apesar destas “desconformidades”, o início do ano está a decorrer “sem grandes problemas”. Os representantes das dioceses referiram que se mantém o número de professores que estão a leccionar EMRC, “o que significa que não há uma quebra de alunos”. Pode mesmo falar-se num crescimento, dado que a nova legislação autorizou os docentes do segundo e terceiro ciclos a leccionar no primeiro, permitindo o aumento do número de estudantes nos primeiros anos do Ensino Básico.

Primeira apreciação dos novos manuais

Em relação aos livros de apoio que foram lançados em 2008/9 – 1.º, 5.º e 7.º anos, bem como alguns fascículos do Ensino Secundário – o director do Departamento de Educação Moral e Religiosa Católica referiu que ainda é cedo para fazer uma avaliação.

As primeiras impressões, recolhidas no ano passado, apontam para uma boa receptividade por parte dos professores de EMRC. Os guias também receberam elogios de docentes de outras áreas, nomeadamente quanto à organização, conteúdo e qualidade.

A abordagem escolhida para os manuais privilegiou a oferta de uma “grande variedade” de conteúdos, dentro de temas “devidamente programados e organizados”, possibilitando que os professores possam optar pelos que considerem mais necessários e apropriados.

Comissão Episcopal terá novo site

Durante a reunião, os cerca de 40 participantes provenientes da maior parte das dioceses, apreciaram o plano de trabalho para 2009/10. Do programa consta a organização de um encontro entre escolas do primeiro ciclo, o tratamento estatístico de dados, o acompanhamento da legislação e a introdução dos novos manuais.

A aproximação da Semana Nacional da Educação Cristã, que decorrerá entre 4 e 11 de Outubro, a inauguração, nos próximos dias, do site da Comissão Episcopal da Educação Cristã (www.educris.com) e a realização de um fórum sobre as relações entre escola e religião, que ocorrerá no último fim-de-semana de Janeiro, em Lisboa, foram outros dos assuntos abordados no encontro.

Dimas Pedrinho referiu-se igualmente ao facto de o Estado ter deixado de permitir a requisição a tempo integral de professores de EMRC para o Secretariado Nacional de Educação Cristã. Esta disposição implica que os docentes ao serviço daquele órgão da Conferência Episcopal tenham que continuar a dar aulas, embora com horário reduzido.

(fonte:agencia ecclesia)

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Igreja do Algarve cria Televisão da Diocese e adere ao YouTube

A Diocese do Algarve passou, a partir de hoje, a disponibilizar mais um serviço neste seu Portal institucional. A TDA – Televisão da Diocese do Algarve terá como finalidade a produção pontual de conteúdos de vídeo a incluir na secção ‘Multimédia’.

Este novo serviço integra agora a estratégia de comunicação da Igreja algarvia, pensada no contexto da reestruturação levada a cabo no Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais e que inclui o projecto de um amplo Serviço de Comunicação da Diocese do Algarve.

Segundo o comunicado enviado à comunicação social pelo GIDAlg – Gabinete de Informação da Diocese do Algarve, este é mais um passo que a Igreja algarvia dá “na presença em algumas das principais redes sociais e espaços da Internet, como uma bandeira no meio de tantas outras propostas e solicitações”.

“Depois do Twitter e do Facebook terem sido os primeiros espaços contemplados, surge agora, depois de assegurado este serviço, a possibilidade de garantir a presença da Diocese do Algarve no YouTube, implementada através criação do canal http://www.youtube.com/diocesealgarve”, explica o documento.

O GIDAlg sublinha ainda que “a Diocese do Algarve entende não poder continuar alheada deste verdadeiro fenómeno agregador de multidões, uma vez que a Igreja também deve incrementar a sua presença nestes sítios virtuais por ser um meio privilegiado de evangelização e de anúncio da mensagem de Jesus Cristo”.

A TDA, que irá possibilitar a transmissão em vídeo de mensagens do Bispo diocesano (como é o caso do vídeo inaugural agora disponibilizado), de reportagens pontuais sobre acontecimentos da diocese ou ainda de alguma formação a disponibilizar online, terá como responsável Sandro Valente, um jovem da paróquia da Sé de Faro que integra um grupo de outros colaboradores associados ao Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais.

fonte:Diocese Algarve

Dificuldades não devem conduzir os educadores ao desânimo

Alerta a Mensagem para a Semana Nacional da Educação Cristã

Apesar de reconhecer as dificuldades que os educadores sentem para enfrentar os novos desafios, estas “não podem conduzir ao desânimo e ao enfraquecimento do seu empenho” – apela o Mensagem para a Semana Nacional da Educação Cristã subordinada ao tema «Educação Cristã: um Serviço e um Compromisso»

Esta iniciativa – promovida pela Comissão Episcopal da Educação Cristã – decorre de 4 a 11 de Outubro. No documento divulgado hoje (18 de Setembro), os elementos da referida comissão sublinham que “todos estamos cientes de que os obstáculos e insucessos com que os educadores se defrontam podem e devem ser superados. O compromisso de cada um dos educadores é a via prioritária para o fazer. A todos é hoje lançado o repto de imprimir, na sua acção quotidiana, um dinamismo novo de criatividade e solidariedade”.

Para a Igreja, a educação sempre foi “um imperativo da sua missão evangelizadora, consciente de que é através da educação que se constrói a realização humana e o futuro da própria humanidade” – lê-se na mensagem.

Esta Semana Nacional da Educação Cristã acontece no decorrer do Ano Sacerdotal. Neste contexto, pede-se aos sacerdotes que “dêem especial atenção à Catequese em todas as idades”. “Sendo, embora, a catequese de adultos ponto de referência para a catequese em todas as idades, há que dar atenção particular à infância e adolescência, nesta fase importante de lançamento de novos catecismos” – acrescenta.

A educação cristã não se restringe à Catequese. Começa na Família e prolonga-se na Escola, que “lhe presta um contributo subsidiário, sendo frequentemente apoiada, mormente nos adultos, pelos Movimentos e Associações laicais” – afirma o documento da Comissão. Aos sacerdotes é pedido também que acompanhem de perto as famílias na sua tarefa educativa, oferecendo-lhes propostas de catequese de adultos, procurando empenhá-las na catequese dos filhos e motivando-as para a inscrição dos mesmos na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.

fonte:agencia ecclesia

Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

O Karuna Mudita: compaixão e sorriso contagiantes

Jaume Sanllorente precisava de férias. Era jornalista de economia e ainda trabalhava num restaurante onde se reuniam celebridades. Quis viajar. Mas foi à agência sem ideias. Desafiam-no a ir à Índia. Vai. Não gosta à primeira. É uma sociedade demasiado chocante: ao lado da ostentação dos ricos, expõe-se a indigência e a tragédia dos pobres, que vivem na rua e da rua. Ali dormem, pedem esmola e suportam todo o tipo de abusos. Regressa à Índia para conhecer Mumbai (antiga Bombaim). Esta segunda viagem muda por completo a sua vida. O seu lema é «Ser feliz é fazer felizes os outros.»

Mumbai é a maior cidade da Índia. Nela vivem 13 milhões de pessoas. Na periferia habitam mais sete milhões. A cidade atrai indianos de todo o país, porque nela está a grandiosa indústria de cinema e televisão Bollywood – a mais produtiva do mundo – e abriga instituições financeiras importantes.

«Mumbai tem uma cor triste, cinzenta» esta é a primeira impressão que Jaume Sanllorente, espanhol de Barcelona, de 30 anos, tem quando começa a percorrer as ruas da cidade. São as cores do pó da terra, da poluição dos ares, dos trajes andrajosos da população piolhosa, faminta e doente, que pede esmola à janela dos carros, nas esquinas ou nos passeios da rua, onde outros dormem.

Os pobres de Mumbai pertencem à classe mais baixa da Índia. É certo que o Governo já ditou o fim do sistema das castas em meados do século xx, mas aquele permanece.

Os dias das segundas férias de Jaume passam. Todavia, deixam-lhe marcas que nunca mais pode apagar. Choca-se com o que vê. Não consegue habituar-se a ver por toda a parte hotéis e automóveis de luxo a par com crianças seminuas, doentes, subnutridas, que pedem esmola, com a cara, os braços, o corpo cheios de crostas e de infecções.

Imersão num mar de lata

Um dia, o taxista finge perder-se no trajecto e alonga a viagem. Passa por uma zona de barracas. É um «mar» de lata a perder de vista. Jaume atreve-se a pedir ao taxista que o deixe sair. Percorre o «slum» a pé. E apercebe-se do ofício daquelas pessoas: vão às lixeiras, separam os detritos e vendem-nos a empresas de reciclagem. Esta é a vida da família de nove pessoas, que vivem naquela minúscula casa feita com cartão e fibrocimento, a primeira barraca em que ele entra. Oferecerem-lhe um refrigerante – a ele que era um estranho –, e aquela generosidade toca-o profundamente.

O convívio, porém, é interrompido bruscamente pelos gritos, vindos de o exterior, de uma mulher. Estava a ser espancada pelo marido. Tudo porque já não rendia como antes no trabalho. Mas a causa do insucesso da mulher era o estado lastimável da sua perna. Ela teve um acidente e feriu-se. Por recolher lixo, a ferida infectou e a perna estava a apodrecer (gangrenava). O homem, desde então, como não podia contar com a mulher, levava os filhos, de 8 e 5 anos, para trabalharem na lixeira.

Este episódio deixa Jaume abalado: ele, o jovem de Barcelona, amante dos passeios de moto, habituado aos caprichos das celebridades, revolta-se, porque, no mesmo mundo, à mesma hora, enquanto uns se banqueteiam, na mais pura indiferença, outros sofrem horrores, porque os seus direitos humanos são desrespeitados. E conclui: «Aquelas crianças eram alegres mas não felizes. A felicidade só é possível se tivermos a liberdade de escolher entre várias opções. E elas não a tinham.» Jaume não abandona o lugar sem providenciar tratamento para a perna gangrenada.

Amor pelos indefesos

Os «slums» de Mumbai alojam mais de um milhão de famílias, num total de sete milhões de pessoas. O rendimento médio de cada aglomerado familiar – pelo menos sete pessoas – mal chega ao equivalente a 30 euros por mês.

Estando de passagem pela cidade, Jaume quer levar boas recordações turísticas. Mas são os bairros-de-lata que o atraem. Vai até Borivali, na zona norte da cidade. Ele é simpático, de sorriso fácil. As crianças não demoram a correr para ele, também sorridentes. Na pele levam as marcas da sarna. Ao longe, porém, ouve-se o choro de uma mulher, enquanto pronuncia um nome: «Kavita.» Chora a filha, de apenas um mês, que o pai afogou.

Jaume pega no corpo roxo de Kavita e ouve a razão que a condenara à morte: por ser menina, a família teria de pagar um dote. Para não o fazer, por ser pobre, o pai matou-a.

A poucos dias de regressar a Espanha, visita a Mesquita de Aju Ali. No percurso até ao templo muçulmano, dezenas de pessoas pedem-lhe esmola. Uma menina linda e vivaz, que o olha fixamente, atrai-lhe a atenção. Chama-se Noor – significa luz – e tem 10 anos. Jaume pergunta-lhe se vai à escola. Ela responde que não, que trabalha com a mãe, pedindo esmolas aos turistas. Gostava de ir, mas não pode. E a mãe ensina-lhe.

Jaume deixa-se cativar e, num gesto de ternura, convida Noor para comer um gelado com ele. Todavia, é ele quem congela. A menina levanta a saia e deixa expostos os cotos das pernas. Alguém lhe tinha amputado os membros inferiores à altura da coxa para que metesse mais pena quando fosse mendigar. E Jaume lembra-se das outras crianças a quem cegam, a quem roubam rins, a quem mutilam de diferentes formas. E odeia as pessoas sem escrúpulos.

Sorrisos de Bombaim

Nas últimas 24 horas em Mumbai, Jaume realiza o último desejo: conhecer um orfanato. Visita uma casa pequena, que é o refúgio para 40 crianças. Atul Sharma, responsável pelo orfanato, chamado Karuna – que significa piedade actuante –, explica-lhe: «Os pais ou parentes alugam as crianças aos mendigos por 20 rupias [30 cêntimos] ao dia. Quanto mais chorarem e pena provocarem, mais ganham.» E uns estranhos, proxenetas de algum bordel e exploradores de mão-de-obra infantil, rondavam o orfanato, desejosos que ele fechasse, para levarem as crianças.

Regressado a Espanha, Jaume só pensa numa coisa: reunir dinheiro para sustentar o orfanato e salvar aquelas crianças. Com esforço, vencendo contrariedades, optimista e corajoso, consegue-o. E percebe que é preciso ainda outra coisa: deve deixar tudo, a sua terra e ir viver e trabalhar com as crianças de Mumbai. Então, cria a ONG Sorrisos de Bombaim. O orfanato Karuna expande-se e funciona como escola. A ONG providencia cuidados de saúde às crianças e às suas famílias. Actualmente, apoia também doentes de lepra.

Conhece esta obra no sítio www.sonrisasdebombay.org. Também podes ler o livro «Sorrisos de Bombaim», da Sextante Editora.

fonte:audacia

2010: Ano Europeu contra a Pobreza

Na União Europeia, uma das regiões mais ricas do mundo, há muita pobreza. Contam-se 78 milhões de pobres, o que corresponde a 16 por cento da população. Em Portugal, há dois milhões de pobres, quer dizer, pessoas que vivem com menos de 360 euros por mês, o que representa 18 em cada 100 portugueses. Além disso, o nosso país é aquele onde há mais desigualdades sociais. Nas principais capitais europeias, como Madrid, Paris, Londres e outras, avistam-se muitos sem-abrigo e outras realidades sociais e humanas de marginalização e pobreza. Cada vez mais gente está a recorrer às associações de solidariedade social para pedir ajuda, pessoas que até há pouco tempo viviam bem. Muitas delas empregadas, mas cujos salários não chegam para as despesas do mês. Um número cada vez maior de pessoas escolhe a rua como sua morada permanente. Para fazer face a esta realidade que envergonha a Europa rica e abastada, a União Europeia decidiu dedicar o ano de 2010 ao combate à pobreza e à exclusão social.
fonte:audacia

Novos Manuais EMRC

A Educação Moral e Religiosa Católica continua a elaborar Novos Manuais e Materiais de apoio à leccionação da disciplina.

Para este ano vão entrar em vigor os manuais do professor do 1º, 5º e 7º anos, através dos Secretariados Diocesanos na quantidade suficiente para Professores, Escolas e Bibliotecas. Estes manuais do professor são acompanhados por um CD-Rom de apoio.

Novidade é também a introdução da venda em separado do Caderno e do Manual do Aluno para o 5º e 7º ano, com um preço de 3 euros, para o caderno de actividades.

Novos manuais para o ano lectivo 2009/2010
Os manuais do 2º e 8º ano do Ensino Básico já iniciaram a sua distribuição pelas Livrarias Diocesanas pelo que se espera que até ao final do mês possam chegar a todos.

O manual do 6º ano do Ensino Básico tem previsão de distribuição às Livrarias Diocesanas a partir do dia 30 de Setembro.

No Ensino Secundário o 2º bloco de temas já está em distribuição desde o dia 1 de Setembro.

Próximo ano Lectivo 2010/2011
As equipas de trabalho dos novos manuais estão já a preparar "o manual e caderno do aluno do 3º, 4º e 9º ano de escolaridade e as Unidades Lectivas 1, 10 e 12 do "Alicerces" para o Ensino Secundário" que vão estar disponíveis no próximo ano lectivo.

Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Blair defende papel central para a religião

Entrevista ao jornal do Vaticano aborda conversão ao catolicismo

OR

O antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair defende que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento", e acredita que afirmar isso "não significa que acabaram os debates ou as oposições".

Numa longa entrevista publicada pelo Jornal do Vaticano, "L'Osservatore Romano", Blair fala da sua conversão ao catolicismo, da família, do seu trabalho como pai, dos seus gostos pessoais e do preconceito contra os católicos na política.

Admitindo que muitas pessoas querem deixar a religião "fora da esfera pública", Tony Blair advoga que a religião tem um papel importante. Apesar disso, refere que “em muitos temas a Igreja estará de um lado e os líderes políticos do outro".

“A questão é que a fé tem pleno direito a entrar neste espaço e falar. Não deve calar-se. Não só é importante que as coisas se resolvam de forma correcta, mas também que a voz da fé não esteja ausente do debate público”, indica.

Ainda assim, Tony Blair admite que “a recente entrada em cena do Islão” veio reduzir o espaço da religião na política.

Num tom mais pessoal, o britânico lembra que a sua bisavó o aconselhou a “não casar com uma católica”, algo que viria precisamente a fazer. O jornal do Vaticano apresenta-o como um “gentleman”.

“A minha viagem espiritual começou quando passei a ir à Missa com a minha mulher. Depois, quando decidimos baptizar os nossos filhos na fé católica”, revela. Blair diz que, com o tempo, “pareceu-me que emotiva, intelectual e racionalmente a (Igreja) Católica era a casa certa para mim”.

O antigo primeiro-ministro admite que “a nossa cultura mediática” gera nos líderes políticos algum receio em relação à abordagem pública da fé, destacando as diferenças que existem, nesta matéria, entre EUA e Europa.

(fonteAgencia Ecclesia)

Bom ano lectivo 2009-2010


Carissimos alunos.

Temos mais um ano lectivo pela frente . Há que começar desde logo, bem cedo, a estudar.
Agora começa uma nova rotina. Acordar cedo; novas disciplinas; novos professores...
A escola como todos sabemos além de ser um espaço onde se aprende, é também um local onde se convive e se partilha valores.
A EMRC, como disciplina do currículo, oferece de modo particular a construção desses valores: a partilha, compreensão, amizade, inter-ajuda, responsabilidade.
Vamos todos neste ano lectivo de 2009-2010, fazer da nossa escola, um local agradável para edificarmos a nossa identidade enquanto alunos, professores e funcionários.

Desejo a todos um óptimo ano lectivo.

Prof. Tito Romeu
(15/09/2009)

Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Abertura do Ano Lectivo na escola (2009-10)

Segundo Ciclo

14/09/2009

9h30

Recepção aos alunos e Encarregados de Educação do 2º Ciclo

14/09/2009

11h00

Reunião de Encarregados de Educação dos alunos do 2º Ciclo com o Órgão de Gestão


Terceiro Ciclo

14/09/2009

14h00

Recepção aos alunos do 3º Ciclo

14/09/2009

15h30

Reunião de Encarregados de Educação dos alunos do 3º Ciclo com o Órgão de Gestão


Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Estado tem peso excessivo na educação

Movimento Católico de Estudantes aprovou moção, avaliou 2008/9 e programou o próximo ano

O ensino não pode passar apenas pelo Estado, refere a moção aprovada no 30.º Conselho Nacional do Movimento Católico de Estudantes (MCE), que decorreu entre 28 e 31 de Agosto. Em declarações à Agência ECCLESIA, o anterior coordenador nacional afirmou que “não podemos estar a estrangular a educação nas instituições estatais”.

Para Francisco Aguiar, “a família, como primeiro factor da educação, e as Organizações Não Governamentais, como a nossa, também devem ter espaço para poder comunicar valores que hoje em dia não são transmitidos”.

Aquele responsável considera igualmente que “não é muito benéfico” as crianças “passarem o dia todo na escola”, “desde as oito e meia da manhã às seis e meia da tarde.”

Avaliação e programação

O balanço das actividades de 2008/9 é globalmente positivo: “Houve um aumento do número de militantes a participar nas reuniões de equipas, que é a parte principal do Movimento”, referiu o antigo coordenador.

O crescimento significativo de presenças nos encontros nacionais dos ensinos Básico-Secundário e Superior foi outro dos aspectos salientados por aquele dirigente. “Em termos da participação dos militantes – explicou – sentimos que houve um acréscimo no seu envolvimento com o Movimento. Isso notou-se muito no Encontro de Responsáveis, em que se verificou um grande interesse e compromisso”. A mesma dinâmica reflectiu-se neste Conselho Nacional, que é o órgão máximo do Movimento.

Durante a assembleia, que teve lugar no Seminário Menor da Figueira da Foz, foi ratificado o programa para 2009/10. As 10.ªs Jornadas de Universitários Católicos, marcadas para os dias 19 a 21 de Março, são a actividade mais importante do calendário. Trata-se de uma reunião “de grande dimensão, cujo objectivo principal consiste em levar uma reflexão ao meio”. “O Movimento - acrescentou Francisco Aguiar – está muito concentrado na sua realização e deseja que elas sejam um sucesso”.

As linhas de acção para o próximo ano apontam igualmente para a necessidade de aumentar o número de militantes e de equipas. Por outro lado, pretende-se “chegar a dioceses onde ainda não estamos com uma presença tão activa como gostaríamos, casos de Coimbra e Santarém”.

O novo coordenador nacional do MCE é Miguel Rodrigues, que frequenta a fase final do curso de Design, na Universidade de Aveiro. A partir deste ano, mudar-se-á para Lisboa, a fim de estar mais próximo da sede nacional. A equipa coordenadora de 2009/10 mantém alguns jovens do anterior mandato, integrando também novos elementos.

Testemunho cristão: nem sempre é fácil

As reuniões em grupo são o principal processo usado pelos cerca de 250 estudantes inscritos no Movimento para viverem a sua espiritualidade na escola e na universidade: “As equipas reúnem-se semanalmente, e depois tentam levar as suas reflexões e a sua acção, de acordo com o método da «Revisão de Vida», que consiste no «Ver, Julgar e Agir», esclareceu Francisco Guedes. “Mas nem sempre é fácil”, admite.

As sessões públicas de debate são outra das formas utilizadas para manifestar a identidade do MCE e dos seus membros.

E quando os estudos chegam ao fim? “Depois da saída do Movimento, e numa primeira fase – afirma o antigo coordenador – nem sempre todos os militantes se conseguem sentir bem. Mas depois percebem que a sua missão não termina quando deixam o MCE, e que continuam a ser chamados a prosseguir o trabalho de evangelização dos meios onde se inserem”.

(fonte Agencia Ecclesia)