Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Férias

As férias estão aí. São o descanso merecido depois de um ano intenso e cansativo. Por causa do corre-corre, talvez tivéssemos deixado de lado pessoas e coisas importantes. As férias são, então, um tempo para nos reencontramos connosco próprios, com os outros, com a Natureza e com Deus. Durante as férias, esperamos ter mais disponibilidade para as pessoas que vivem ao nosso lado. Desejamos uma maior serenidade para apreciar as belezas da Natureza. Queremos, também, ter gestos de bondade e generosidade para com os mais necessitados, neste período de crise económica e social.

As férias podem proporcionar descobertas interessantes e experiências de vida decisivas. A Audácia deste mês, na rubrica «Em Primeira Pessoa», conta a história de um jovem jornalista espanhol que em 2003 decidiu ir passar férias à Índia. Mal ele sabia que a sua passagem por aquele país iria mudar a sua vida para sempre. Jaume Sanllorente, 33 anos, de Barcelona, passou um mês em Bombaim. Ficou chocado com o viu, pobreza extrema, exploração de crianças, bairros-de-lata, onde as pessoas viviam em condições miseráveis. De regresso a Espanha, deixa o seu emprego e vende tudo o que tem para ir viver para Bombaim. Aí toma conta de um orfanato e decide dedicar toda a sua vida ao cuidado de crianças pobres.

Também há pessoas que passam parte do seu período de descanso em casas de retiro ou mosteiros para no silêncio se encontrarem consigo próprias e estarem a sós com Deus.

Mas há quem prefira participar em campos de trabalho, caminhadas a Fátima, experiências de serviço e trabalho. Organizam-se um pouco por todo o País iniciativas deste género, destinadas às camadas mais jovens. A Audácia apresenta algumas destas propostas, organizadas pelos Missionários Combonianos.

O quer que decidas fazer, espero que te faça bem. Desejo-te umas boas férias.

Em Setembro receberás a «Agenda Escolar 2010-2011» e a Audácia voltará à tua companhia em Outubro.

(Pe. António Carlos, in Audácia)

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Esclarecimento acerca da EMRC no 1º Ciclo

O Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos enviou ao SNEC uma nota informativa acerca da EMRC no 1º Ciclo.

Na missiva, e em resposta ao pedido formulado pelo presidente da CEEC, D. Tomaz Silva Nunes, o Secretário de Estado da Educação esclarece que , de acordo com o Despacho n.º 19117/2008, de 17 de Julho de 2008, os docentes podem, "independentemente do grupo pelo qual foram recrutados, leccionar toda e qualquer disciplina, no mesmo ou noutro ciclo ou nível de ensino, para a qual detenham habilitação adequada".

Deste modo o docente de EMRC vê, assim, integrado no seu horário-semanário as horas lectivas correspondentes à oferta da disciplina nas Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico.

Em anexo encontra-se a Nota informativa emanada do Gabinete do Secretário de Estado da Educação.

( in emrcdigital)

Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

Novos Manuais

Balanço do Ano para os Coordenadores dos Novos manuais

No passado dia 23 de Julho reuniram-se em Lisboa os coordenadores dos Novos Manuais.

A reunião teve como objectivos principais a avaliação do trabalho efectuado durante o ano e planificar o próximo ano lectivo.

Em declarações ao http://www.emrcdigital.com/ o coordenador da EMRC da Fundação Secretariado Nacional da Educação Cristã (FSNEC), Jorge Paulo, declarou que "uma forma geral tudo foi cumprido conforme o planificado não obstante alguns ajustes que foram sendo feitos ao longo do ano."

Para Jorge Paulo a reunião foi ainda importante porque permitiu "estabelecer as prioridades de trabalho para o próximo ano lectivo" procurando assim responder aos anseios de docentes e alunos no que respeita aos novos manuais de EMRC.

No Próximo ano vai ser editado "o manual e caderno do aluno do 3º, 4º e 9º ano de escolaridade e as Unidades Lectivas 1, 10 e 12 do "Alicerces" para o Ensino Secundário".

Do mesmo modo "poderão também ser elaboradas as restantes unidades lectivas do Ensino Secundário, desde que os professores responsáveis pelo processo disponham do tempo necessário."

No final Jorge Paulo afirmou que "por motivos de disponibilidade de tempo não deverão ser produzidos quaisquer manuais de professores com CD-ROM no próximo ano lectivo 2009-2010 devendo tais recursos constituir tarefa para o ano seguinte.

in agencia ecclesia)

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Vaticano lembra chegada do homem à lua

40 anos depois da missão espacial Apolo 11, que levou o homem à lua pela primeira vez, o porta-voz do Vaticano lembra esta data histórica, sublinhando que essa viagem mostra "o surpreendente valor do engenho humano quando está consciente dos seus limites".

O Pe. Federico Lombardi, director da sala de imprensa da Santa Sé, dedicou o seu editorial do semanário Octava Dies, do Centro Televisivo Vaticano, ao momento em que Neil Armstrong pisou a superfície do satélite da Terra.

Em particular, são recordadas as várias intervenções do Papa de então, Paulo VI, sobre aquele "fantástico voo", desde a sua preparação e desenvolvimento, até ao "regresso triunfal dos astronautas".

No Angelus de 20 de Julho de 1969, Paulo VI falou de "um dia histórico para a humanidade".

Segundo o Pe. Lombardi, "surpreende a participação humana e espiritual do Papa na grande imprensa, a sua admiração pelo engenho e o valor do homem. Ao mesmo tempo, a sua meditação volta a dirigir-se repetidamente aos grandes problemas não resolvidos da humanidade - a fome, as guerras".

Pouco depois da publicação da encíclica Populorum progressio (1967), Paulo VI manifestava a sua esperança de que "a inteligência humana e a capacidade prodigiosa da ciência e da técnica fossem postas ao serviço do bem".

"Também a nova encíclica de Bento XVI - totalmente dedicada ao verdadeiro desenvolvimento da humanidade - conclui recordando-nos que o homem não deve converter-se em escravo de uma nova ideologia da omnipotência da técnica, mas perseguir, com responsabilidade, esse desenvolvimento integral que tem na caridade e na verdade a sua força propulsora", explica o Pe. Lombardi.

(In Agencia ecclesia)

Sábado, 18 de Julho de 2009

Professores de EMRC serão tratados em igualdade

Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã apela à denúncia de situações de comprovada ilegalidade

O presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã, D. Tomaz da Silva Nunes, considera que ficou sanado o diferendo entre a Igreja e o Ministério da Educação, assegurando-se desta forma o tratamento em igualdade de circunstâncias aos professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC).

Em entrevista ao «EMRC Digital», o prelado recordou que a Comissão Episcopal havia denunciado a existência de limitações discriminatórias e ilegais que atingiam os docentes.

O entendimento entre a Igreja e o Ministério não concluiu os assuntos que precisam de ser revistos e negociados. Entre eles, constam as regras que se aplicam aos concursos e à contratação dos professores de EMRC, a extensão da leccionação a todas as modalidades de cursos, bem como a revisão de legislação, que se torna premente devido à prática de muitos anos e ao confronto com as leis entretanto publicadas.

Apelos aos professores e Secretariados Diocesanos

D. Tomaz Nunes apelou aos docentes de Educação Moral e Religiosa Católica que lutem "pelo reconhecimento de direitos" e cumpram os seus deveres.

Por outro lado, "é urgente que os professores se empenhem numa mais ampla sensibilização dos pais e encarregados de educação para a importância da dimensão religiosa na educação integral dos filhos e da disciplina de EMRC".

O Bispo auxiliar de Lisboa lembrou que os Secretariados Diocesanos do Ensino Religioso têm "uma grande responsabilidade de esclarecimento, formação, vigilância e denúncia de situações de comprovada ilegalidade".

(in agencia ecclesia /emrcdigital)

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Férias do Papa entre natureza, livros e música

O jornal do Vaticano, "L'Osservatore Romano", apresenta na sua edição desta Quinta-feira um artigo sobre as férias "tranquilas" de Bento XVI na localidade de Les Combes, dos Alpes italianos.

É a terceira vez que o Papa escolhe esta localidade do Vale de Aosta para as suas férias passadas entre a natureza, livros e música. Em entrevista ao jornal, o Bispo local, D. Giuseppe Anfossi, revela que a Diocese tudo fará para "respeitar o descanso" do papa.

"O Pontífice poderá gozar das maravilhas desta terra com toda a serenidade e tranquilidade", indicou.

D. Anfossi explica que a residência de Les Combes, a mesma que acolheu no passado João Paulo II, foi concebida para possibilitar que o Papa esteja "imerso na natureza e quase isolado".

No local de refeições é possível contemplar o Monte Branco, a maior elevação da Europa Ocidental. Esta localização foi estudada por causa da paixão de João Paulo II pelas montanhas.

Como em anos passados, Bento XVI poderá contar com um piano e uma biblioteca à sua disposição. Durante este período, admite-se que o Papa se dedique ainda à redacção da segunda parte do seu livro "Jesus de Nazaré".

(in agencia ecclesia)

Diocese do Algarve promove exposição mariana


Escultura paramentaria e pintura são as áreas artísticas mais representadas no Paço Episcopal A Diocese do Algarve leva a efeito uma exposição de arte sacra no Paço Episcopal de Faro, intitulada ‘Stella Maris - Maria, Estrela do Mar', dedicada precisamente a Nossa Senhora. Com inauguração agendada para o hoje, dia 16 de Julho, a exposição mariana irá manter-se patente ao público até dia 5 de Outubro próximo.
Entrada - Preço simbólico de 1 euro

http://www.diocese-algarve.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=2560

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

620 já inscritos em festival católico de Verão

«Jota» decorre em São Jacinto, Aveiro, de 24 a 26 de Julho

620 pessoas já se inscreveram para a 3ª edição do Festival Jota, o maior evento de música cristã realizado em Portugal. Este ano, a iniciativa decorre entre 24, 25 e 26 de Julho, na Praia de São Jacinto, Aveiro.

Segundo a organização, a adesão à primeira fase "superou todas as expectativas". O número promete crescer ao longo dos próximos 12 dias. As inscrições continuam abertas, para os três dias de concertos e actividades, com um acréscimo de 5€.

Além deste bilhete geral estima-se que um grande número de pessoas se possa juntar a este evento a partir das 21h00 para assistir aos concertos das duas noites do festival.

O preço em cada uma das noites é de 5€ e dá acesso aos concertos, à Cristoteca e a todos os espaços da Aldeia Jota.

Voluntários

Um acontecimento como o Festival Jota, que cativa e movimenta centenas de jovens de todo o país, só é possível graças a equipas de trabalho que de forma sistemática vão preparando e garantindo todas as necessidades para os 3 dias de festa.

Do acolhimento à assistência de palcos, passando pela limpeza, workhops, animação, comunicação, secretariado, todas estas equipas são formadas por jovens voluntários que têm dedicado o seu tempo, trabalho e talento, e outros que o farão exclusivamente nos três dias de festival, para que este encontro supere as expectativas.

A bolsa de voluntários inscritos soma mais de 70 inscritos para os três dias do Festival. Só com a generosidade de alguns se pode concretizar o desafio de descobrir que dando se recebe a dobrar.

Montra de talentos

À semelhança dos anos anteriores o Jota 2009 tem um espaço para a descoberta de novos talentos. Em São Jacinto o palco das novas revelações assume o nome de "Palco Prozinco", por lá passarão 7 bandas que estão a dar os primeiros passos no panorama da música cristã.

Estas bandas terão a oportunidade de mostrar o seu trabalho ao grande público, num programa que este ano os apresenta intercalados com os artistas do cartaz 2009.

A Prozinco, como empresa patrocinadora do Festival Jota 2009, patrocina esta montra e dá as boas-vindas às bandas revelação 2009.

(in Agência Ecclesia )

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

A Gripe na Net


Sem sermos alarmistas, mas mostrando uma consciência colectiva que deverá ser cada vez mais potenciada entre todos, esta semana apresentamos como sugestão de navegação, uma visita ao sítio http://www.gripenet.pt/

Este é "financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo mecenato científico". Podemos assim participar "activamente na construção de uma rede europeia de monitorização da gripe através da Internet".

Logo na página inicial, encontramos as últimas informações que vão sendo constantemente actualizadas, naturalmente que nesta altura os dados relativos ao risco de pandemia do vírus H1N, são alvo de elevados artigos e gráficos bastante esclarecedores. No item "o projecto", acedemos a todos os conteúdos que nos poderão facilmente elucidar acerca deste interessante modelo, bem como descobrirmos como podemos participar de uma maneira fácil, basta "inscrever-se e reportar semanalmente os seus sintomas ou a ausência dos mesmos". Em "os resultados", temos os dados estatísticos completos acerca da curva de incidência da gripe, tanto em Portugal como nos restantes países que colaboram neste estudo. Na opção "a gripe", existe uma enorme quantidade de artigos sobre a gripe. Desde a história, ao que a ciência e a medicina dizem sobre o tema, passando pela gripe das aves, e algumas respostas a perguntas frequentes. Uma área interessante e de carácter bastante pedagógico é o item "gripe na escola", onde "professores e alunos que queiram abordar esta temática, encontram nos Recursos Educativos sugestões, manuais, software e links para páginas interessantes". Existe ainda uma plataforma virtual colaborativa que "está aberta a trabalhos colaborativos, propostas de projectos escolares e consultório on-line. Por último, como não poderia deixar de ser, encontramos um conjunto de informações relevantes sobre a gripe A, com a garantia de que estes possuem qualidade científica.

Este é certamente um dos espaços que podemos e devemos aceder para colaborarmos neste projecto, e nos mantermos informados acerca desta grave ameaça de pandemia, desse ponto de vista, é portanto um sítio a guardar nos favoritos.

Fernando Cassola Marques
(in agencia ecclesia)

Domingo, 12 de Julho de 2009

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Tomada de posse do novo Director


Realizou-se no passado dia 30 de Junho a tomada de posse do novo Director do Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues, o professor António José Condessa Martins, que coincidiu com o último dia de trabalho do professor Daniel Fonseca, que durante tantos anos esteve à frente desta escola e agrupamento.

A seguir à tomada de posse houve um pequeno beberete, servido pelos nossos alunos do CEF de Bar.

Para ver algumas fotografias do evento, clique na imagem ou aqui.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Concursos de Professores - EMRC

Listas definitivas

Já se encontram disponíveis as listas de colocação/não colocação dos docentes para o ano lectivo lectivo 2009/10.

para consultar as listas de colocação clik aqui.

para consultar as litas de não colocação clik aqui.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009


A pedido da Maior rede de voluntários - Planeta Voluntários do Brasil, deixo aqui a publicação do solicitado:

Artigo 003

Faça a Diferença !!!

"Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só podia fazer pouco."


Pobreza

Entre 55 e 90 milhões de pessoas passarão à condição de

pobreza extrema ainda neste ano de 2009, devido à recessão mundial resultante da crise financeira internacional.Mais de 1 Bilhão sofrerá de fome crônica no mundo todo.

Segundo pesquisas, 53,9 milhões de brasileiros são pobres; isso significa que quatro em cada dez brasileiros vivem em miséria absoluta. Entre as 130 Nações que medem a distribuição de renda, o Brasil é o penúltimo colocado; só ganha de Serra Leoa.equivale a 31,7% da população. 21,9 milhões dessa população são muito pobres, ou 12,9% dos brasileiros.

Violência

Segundo a UNESCO, de 60 países analisados, em apenas 06 o número de homicídios é superior ao número de mortes por acidentes de trânsito.Dentre esses está o Brasil e mais três países da América Latina. Em 49 desses países, o número de suicídios é superior ao número de homicídios; dentre as exceções está o Brasil e mais sete países da América Latina. A América Latina é a região onde mais ocorrem homicídios no planeta: 30 mortes para cada grupo de 100.000 pessoas ao ano, o triplo da média mundial.

Da população mundial, o Brasil responde por 11% de todos os homicídios do planeta. É o 2º país que mais mata utilizando armas de fogo, 3º em homicídios contra jovens e 4º colocado em homicídios no geral. O Brasil é o 3º mais violento da América Latina, perdendo somente para a Colômbia e Venezuela.

Aborto

Estima-se que são feitos 42 milhões de abortos a cada ano em todo o Planeta, e, desses, 20 milhões são ilegais ou executados clandestinamente. Segundo a OMS, abortos inseguros causam por volta de 65.000 a 70.000 mortes maternas a cada ano(1), 99% das quais ocorrendo nos países em desenvolvimento(2).

No Brasil a cada minuto, quase dois abortos clandestinos são realizados . O número é uma estimativa baseada nas internações pós-aborto pelo SUS e aponta que, desde 1999, cerca de 952 mil mulheres interromperam a gravidez por ano no país.

Desmatamento

Dados divulgados indicam que a Floresta Amazônica perdeu 754,3 quilômetros quadrados de florestas entre novembro de 2008 e janeiro de 2009. A área equivale a metade do município de São Paulo.

O país perdeu um campo de futebol a cada dez minutos na Amazônia, nos últimos 20 anos.

O Brasil é campeão mundial de desmatamento. Em segundo lugar está a Indonésia: 18,7 km2 por ano e, em terceiro, segue o Sudão, com 5,9 km2. As principais causas pelo desmatamento na Amazônia são a retirada de madeira, o cultivo de soja e gado.

Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com devoção e compaixão. Começando com a nossa própria transformação pessoal e, mediante serviço, por fazer a diferença, é a forma como nós acreditamos que vamos chegar a essa massa crítica de pessoas que, juntas, emerge como a nova humanidade.

Serviço altruísta surge espontaneamente a partir de apenas compreendendo que somos uma humanidade. Talvez você possa escolher as atividades que podem de alguma forma contribuir para o bem estar dos outros em sua comunidade. Isso poderia ser empenho pessoal voluntariado como ajudar uma pessoa idosa, um orfanato, um abrigo, um hospital, entre outros.

Os valores e os princípios do movimento emergente para uma nova humanidade, e da Aliança, que está a tentar servi-lo, se baseiam no apoio de políticas, as causas e as ações que favoreçam o respeito pela vida, dignidade humana, a liberdade, a sustentabilidade ecológica e a paz.

Faça todo o bem que puder

Por todos os meios que puder

De todas as maneiras que puder.

Em todos os lugares que puder

Todas as horas que puder

Para todas as pessoas que puder

Enquanto você puder.

Faça a Diferença.

Por Marcio Demari

PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !!!
http://www.planetavoluntarios.com.br

A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !

Nova encíclica vai mostrar Papa social


Intervenções sobre a pobreza, o sistema financeiro ou a ecologia têm-se multiplicado desde 2005

Esta Terça-feira, 7 de Julho, vai surgir em público a terceira encíclica do pontificado, desta feita centrada especificamente em temas sociais. O enquadramento deste documento no magistério de Bento XVI e no conjunto da Doutrina Social da Igreja ocupa, esta semana, o Dossier apresentado pela Agência ECCLESIA, que aponta alguns dos temas que, à luz das intervenções do Papa, nesta área, serão abordadas na Caritas in veritate.

para ver:
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl=&id=73917
(in agencia ecclesia)

Sábado, 4 de Julho de 2009

Rota das Catedrais contempla Sé de Faro e Sé de Silves

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) e o Ministério da Cultura assinaram esta Terça-feira, 30 de Junho, um protocolo de cooperação para a implementação do Projecto «Rota das Catedrais». Na cerimónia, realizada na Sé de Lisboa, o ministro da Cultura, José Pinto Ribeiro, disse aos jornalistas que "era indispensável fazer parcerias" para que este património não se degradasse mais. "Queremos projectos de duração e lançar projectos - que por serem um êxito - sejam também semente para fazermos outros" - frisou Pinto Ribeiro.

O acordo de cooperação entrou em vigor ontem (data da assinatura) e vigorará até ao dia 31 de Dezembro de 2013. Em épocas de crise, "só através da reunião das pessoas" se consegue ultrapassar as dificuldades. O projecto é financiado através de fundos nacionais e comunitários. "Iremos concorrer a todos os programas do QREN para a requalificação do território e do património" - adiantou o ministro da cultura. Se o referido Ministério e a Igreja Católica "derem as mãos conseguiremos fazer coisas que serão um instrumento de requalificação" - afirmou.

A representar a Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, D. Carlos Azevedo referiu à Comunicação Social que o protocolo "abriu uma porta e criou esperança". O caminho é fundamental porque "há muito trabalho a fazer nesta área". As parcerias com as forças vivas das regiões são "necessárias para uma obra de tanta envergadura" - apelou o bispo auxiliar de Lisboa.

No acordo de cooperação lê-se que o projecto «Rotas das Catedrais» procura "devolver a estes monumentos uma atenção global e corresponsabilizante, assumindo-se como dinamizador de uma actuação concertada e contratualizada, planeada, criteriosa e exigente, não apenas para acudir a situações de mais evidente degradação, mas sobretudo para alcançar a capacitação dos monumentos, através de uma qualificada intervenção de recuperação e conservação de valores patrimoniais inestimáveis".

Na sua intervenção, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga disse aos presentes - representantes das catedrais portuguesas e autoridades civis - que o acordo "está a materializar e aprofundar o princípio da cooperação que a Concordata - assinada em 2004 - veio sublinhar". E adianta: "a preservação deste património deve ser sempre orientada pela preocupação da excelência".

Assinado pelo ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e pelo presidente da CEP, D. Jorge Ortiga, neste acordo estão incluídos os monumentos afectos ao culto católico com o estatuto canónico de Catedral, ou de Concatedral, bem como as antigas Sé de Elvas, Sé Velha de Coimbra e Sé de Silves. "É fundamental apostar na cultura que este património encerra" - salientou o arcebispo de Braga. Na minha linha de ideias, D. Carlos Azevedo completa: "peregrinar em busca da beleza".

A Sé de Lisboa é uma das catedrais envolvidas neste acordo. Na sua «casa», o Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, salientou que uma nação que "não valorize o seu património corre o risco de perder a sua identidade". Ao analisar a realidade actual, o Patriarca de Lisboa afirma que se "fizeram progressos notáveis na legislação". No entanto - acrescenta D. José Policarpo - a "boa legislação não chega" porque "se ela não desencadear processos eficazes acaba por ser apenas um travão e não um elemento dinamizador".

A conservação e a fruição cultural e espiritual serão pólos presentes neste acordo entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa. "O património é uma das imagens que leva Portugal aos quatro cantos do mundo" - disse o Patriarca de Lisboa. Ao referir-se à conservação, D. José Policarpo sublinhou: "basta olhar para o exterior desta catedral, mesmo que não queiram ir aos claustros". E acrescenta: "está em risco e é urgente acudir-lhe".
(In agencia ecclesia)

SEXUALIDADE, RELIGIÃO E ANTROPOLOGIA Elementos de uma perspectiva cristã



A fertilidade é, por isso, uma dimensão importante do amor inter-humano e, pela mesma razão, da respectiva sexualidade. Mesmo que essa fertilidade assuma significados mais ou menos «metafóricos» – isto é, não directamente biológicos – como no caso mais explícito dos celibatários, ela nunca pode estar fora do horizonte do amor, pois destruí-lo-ia com a esterilidade da morte.


Por João Duque, Professor de Teologia na UCP

notícia integral em http://www.cristoeacidade.com/page78/page79/page79.html

Laicismo socialista e Educação Moral e Religiosa Católica

Ainda a propósito da polémica criada à volta da EMRC, o Teólogo, Elias Couto, deixa-nos umtexto interessante sobre a disciplina e o pensamento laicista dos socialistas.


1.
Apesar das dificuldades – entre elas leccionar uma disciplina opcional, sendo a opção frequentar a disciplina ou ter uma hora livre, e sem consequências no aproveitamento do aluno – muitos professores de EMRC vêm-se afirmando como mais valias inegáveis nas escolas onde leccionam, não apenas pelos valores que perfilham e põem em prática, mas também pela paixão e disponibilidade para participar nas actividades escolares – e as excepções, havendo-as, não fazem senão confirmar a regra, como acontece com os professores das outras disciplinas.

2. O sucesso dos professores de EMRC – pois é disso que se trata – não podia passar em claro nos corredores do Ministério da Educação, dominados por gente para quem a presença da Igreja Católica nas escolas estatais, através destes professores, é no mínimo uma intromissão descabida e intolerável em terreno considerado privativo das suas ideologias totalitárias. Vai daí, o Ministério da Educação preparou uma normativa, tornada pública no início do mês de Junho, segundo a qual os professores de Educação Moral e Religiosa Católica não poderiam ver os seus horários preenchidos com outras funções, para além da leccionação de Educação Moral e Religiosa Católica. E qual era o argumento essencial do Ministério? Bem... os professores de EMRC só poderiam preencher os seus horários com a leccionação de EMRC... por só terem sido contratados para tal função. Ora, se esta lógica fosse aplicada a todos os professores, as escolas deixariam de funcionar, pois, à partida, nenhum foi contratado para ser director de turma, director de escola, orientador de projectos especiais, clubes escolares...

3. Esta normativa configurava, claramente, uma situação de discriminação: professores com habilitações iguais às dos seus pares viam-se impedidos de participar plenamente na vida das escolas onde leccionam. Ao mesmo tempo, abria-se um precedente que, a prazo, tornaria possíveis outros impedimentos à presença dos professores de EMRC na vida normal das escolas. Em suma, por portas travessas, preparava-se um garrote às escolas e à sua autonomia, e transformava-se os professores de EMRC em profissionais de segunda categoria, meramente tolerados nas escolas – o objectivo último, está bom de ver, era a morte da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, por meios pretensamente legais e, aparentemente, sem beliscar em nada as obrigações do Estado português, quer face aos católicos portugueses, quer face aos seus compromissos internacionais – em especial a Concordata com a Santa Sé.

4. Particularmente grave nesta situação era o facto de, não se aplicando a referida normativa a nenhum outro grupo de professores, e à luz do motivo invocado, tal situação só poder entender-se como discriminação por motivos religiosos. Naturalmente, o Ministério nunca assumiria tal – mas o facto continuaria a sê-lo, por muitos subterfúgios legais que fosse possível inventar. E assim se mandava às malvas a Constituição da República portuguesa e todas as convenções internacionais de que Portugal é signatário e que impedem a discriminação dos cidadãos baseada nas suas opções religiosas – na Europa, é certo, esta discriminação, quando aplicada aos cristãos, vem sendo cada vez mais tolerada. Apesar disso, não deixa de constituir um atentado contra os valores democráticos e uma violação da lei.

5. Compreende-se, assim, a reacção extremamente dura da Conferência Episcopal Portuguesa, em “Nota” da sua Comissão para a Educação Cristã – não poderia ser de outro modo, perante situação de tão extrema gravidade. E, felizmente, os professores de EMRC também reagiram com clareza, invocando mesmo a possibilidade de agir judicialmente contra o Estado. Face à contestação vigorosa que se adivinhava, o Ministério convocou a Comissão Episcopal da Educação Cristã e o Secretariado Nacional do Ensino Religiosa nas Escolas para uma reunião, que teve lugar a 18 de Junho. Da reunião resultou o compromisso do Ministério em desistir da discriminação dos docentes de EMRC. Se assim for, é bom sinal. Convém, no entanto, não criar ilusões. O laicismo filo-maçónico, muito activo no Partido Socialista, não esquece nem desiste. Pode recuar, tacticamente, mas não renuncia os seus objectivos estratégicos. O mesmo se diga da extrema esquerda laicista, abundante nos corredores do Ministério da Educação.

6. Aconteça o que acontecer, importa sobretudo tirar lições relativamente ao futuro próximo. Uma, é a necessidade de os professores de EMRC criarem uma associação nacional que os represente – e não seja obstaculizada pelos Bispos portugueses, antes tenha o seu reconhecimento e apoio. Só assim poderão promover os seus interesses – que são também os interesses da Igreja – relativamente à leccionação e valorização da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica. Afinal, estes professores mais não fazem senão promover o cultivo de valores ético-morais de grande significado para a educação de crianças, adolescentes e jovens – valores que têm atrás de si uma Tradição milenar, cuja capacidade de gerar cultura e humanizar as sociedades não é ultrapassada por nenhuma outra presente entre nós. Prestam, pois, um serviço inestimável, não apenas nem sobretudo à Igreja, mas também a uma sociedade cada vez mais consciente da crise de valores em que se encontra mergulhada – serviço ainda mais valioso por não ser imposto a ninguém, antes proposto à liberdade de pais, encarregados de educação e alunos.

7. Outra lição. É absolutamente fundamental os católicos portugueses exercerem a sua presença no espaço público de forma coerente com as suas convicções. Quando se trata de eleger os políticos que nos hão-de governar – ou despedir os que nos governam – importa perguntar se os mesmos se apresentam como promotores de uma laicidade sadia ou como ideólogos ao serviço de um laicismo intolerante e retrógrado. As próximas eleições legislativas constituem uma óptima oportunidade para o fazer. Oxalá os católicos saibam usar o seu voto, em qualidade e quantidade, para dizer aos políticos o que pensam das agressões laicistas a que eles, e toda a sociedade, vêm sendo sujeitos nos últimos anos.
Elias Couto

(in www.cristoeacidade.com)

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Um Papa ecológico

O Vaticano e o próprio Papa têm tido várias intervenções em favor de uma "economia verde" e do respeito pelo meio ambiente, traduzidas em palavras e gestos práticos. A reciclagem, por exemplo, é já uma realidade implantada no Vaticano: um ano após o início da recolha diferenciada de lixo no pequeno Estado, 42% dos contentores para os resíduos são destinados a materiais recicláveis.

Esta realidade confirma o crescimento da preocupação ecológica no Vaticano, particularmente visível no complexo fotovoltaico que foi instalado em 2008 no tecto da sala Paulo VI: dos quase 5 mil metros quadrados de superfície da cobertura, cerca de 2 mil foram substituídos por painéis solares, enquanto que o restante é utilizado como tela para aumentar a quantidade de energia captada.

Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2008, Bento XVI defendia que "a família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criati-vidade e responsabilidade".

"Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos", apontou então.

O Papa não faz da ecologia uma religião e observa que "respeitar o ambiente não significa considerar a natureza material ou animal mais importante do que o homem; quer dizer antes não a considerar egoisticamente à completa disposição dos próprios interesses, porque as gerações futuras também têm o direito de beneficiar da criação, exprimindo nela a mesma liberdade responsável que reivindicamos para nós".

"Actualmente a humanidade teme pelo futuro equilíbrio ecológico. Será bom que as avaliações a este respeito se façam com prudência, no diálogo entre peritos e cientistas, sem acelerações ideológicas para conclusões apressadas e sobretudo pondo-se conjuntamente de acordo sobre um modelo de progresso sustentável, que garanta o bem-estar de todos no respeito dos equilíbrios ecológicos", escreveu já o Papa.

No final do ano passado, o Papa chamou a atenção para a "nossa responsabilidade para com a Terra", frisando que a mesma "não é uma propriedade nossa que podemos explorar segundo os nosso interesses e desejos".

"O facto de a Terra, o cosmos, espelharem o Espírito criador, significa que as suas estruturas racionais - que para lá da ordem matemática se tornam quase palpáveis na experimentação - trazem em si uma orientação ética", apontou.

Bento XVI afirmou que "dado que a fé no Criador é uma parte essencial do Credo cristão, a Igreja não pode e não deve limitar-se a transmitir aos seus fiéis apenas e mensagem de salvação, ela tem uma responsabilidade em relação à criação".

Energia e água

Já na mensagem para o Dia da Paz 2007, Bento XVI falava especificamente do problema do "abastecimento energético".

"Nestes anos, novas nações entraram decididamente no sector da produção industrial, aumentando as necessidades energéticas. Isto está a provocar uma corrida sem precedentes aos recursos disponíveis", alertava.

Ao mesmo tempo, escrevia, "persistem ainda em algumas regiões do planeta situações de grande atraso, onde o desenvolvimento está praticamente bloqueado devido também ao aumento dos preços da energia".

Em causa está, segundo Bento XVI, a imposição de um "tipo de desenvolvimento ou de não-desenvolvimento" derivado da escassez de reabastecimento energético. O Papa admite que a corrida às fontes de energia possa gerar mais injustiças e conflitos, em especial pela reacção de quem ficar de fora.

"A destruição do ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra geram lacerações, conflitos e guerras, precisamente porque são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento. Com efeito, um desenvolvimento que se limitasse ao aspecto técnico-económico, descurando a dimensão moral-religiosa, não seria um desenvolvimento humano integral e terminaria, ao ser unilateral, por incentivar as capacidades destruidoras do homem", avisa o Papa.

A água é outra preocupação papal, que a considera "um direito inalienável" e um recurso precioso que a comunidade internacional deve gerir de forma a permitir que todos possam ter acesso a ele.

(in agencia ecclesia)

Escola e Telescola

Como a outra telescola, também esta precisa de professores, de mestres, de companheiros, de irmãos e irmãs, mães e pais, avós...


A televisão ofereceu a muitos adolescentes, jovens ou adultos tempo lectivo para além do primeiro ciclo de ensino. A partir dos anos 70, os conteúdos da matemática, do português ou das ciências chegavam pelo mesmo meio que emitia notícias ou novelas, ficção ou realidade. E com taxas de sucesso confirmadas até à extinção do então designado Ensino Básico Mediatizado, em Julho de 2003.A metodologia da telescola não se limitava, no entanto, à ferramenta multimédia da emissão da televisão, dos videogravadores ou da internet. Para a sua eficácia terá sido decisiva a permanência do que faz a identidade de qualquer processo de ensino, seja ele de carácter técnico, científico e ainda mais quando em causa está a formação de personalidades: a relação entre alunos, entre professores e alunos e entre as famílias e as escolas.Hoje, outra "telescola" continua a existir. Não só para o 5.º e 6.º ano. Para todos os anos e todas as idades. E não apenas a partir de um ecrã de televisão, mas com emissões nos múltiplos ecrãs que nos circundam nas mais variadas circunstâncias de cada dia. No entanto, há normalmente uma grande diferença: não existe professor, não existem companheiros, não existe brincadeira nem avaliações. Apenas o olhar fixo num qualquer ecrã que preenche o interior de uma pessoa, de uma sala ou quarto, de uma rua ou praça de qualquer cidade. Porque eles estão por todo o lado! É (quase) inevitável que ao tempo da escola, suceda o tempo da telescola. No ritmo de cada dia, no descanso de fim-de-semana ou nos períodos mais ou menos longos de férias, ao tempo que se passa entre salas de aula segue-se o que dedicamos a um qualquer ecrã. E em todos aprendemos, ou desaprende-mos, porque de todos recebemos muitas mensagens.Como a outra telescola, também esta precisa de professores, de mestres, de companheiros, de irmãos e irmãs, mães e pais, avós. Fisicamente presentes ou virtualmente seguidores em redes sociais. Mas sempre em relação.É cada vez mais dessa forma que passam todas as mensagens. Também as do Evangelho e as que hoje, em dias de crise, querem propor novos modelos de desenvolvimento, a partir da dignidade de todas as pessoas.

Paulo Rocha

(in agencia ecclesia)