Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

5º ano Loulé

Visita de Estudo 5º ano

No passado dia 26 de Maio, os alunos de 5º ano da nossa escola, inscritos em Educação Moral, participaram num encontro de alunos em Loulé, mais concretamente no Parque Municipal da cidade. Estiveram presentes no encontro 10 escolas do Algarve contabilizando-se assim cerca de 600 alunos.

As actividades estenderam-se por todo o dia. Da parte da manhã, as escolas fizeram a sua apresentação mediante uma canção ou leitura de alguns poemas.

Da parte da tarde seguiu-se o peddy-paper, onde os nossos alunos participaram com cinco grupos.

Assim se passou um dia magnífico onde se pretendeu realçar laços de fraternidade e solidariedade.


Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Aproxima-se Dia da Criança


  • Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.

  • É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).

  • Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?

  • Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.
    Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.

  • As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!

  • Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.

  • Sabias que mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever? E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.

  • Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.
    Clica aqui para leres sobre esta organização.

  • Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.

  • Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.

  • Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!

  • Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
    - afecto, amor e compreensão;
    - alimentação adequada;
    - cuidados médicos;
    - educação gratuita;
    - protecção contra todas as formas de exploração;
    - crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.

  • Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?

  • A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".
    Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.

  • Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.

  • Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).
    Clica aqui para os leres. Estão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.

  • Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!
  • (site junior)

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

EMRC na RTP2

No próximo dia 20 de Maio, pelas 18h00, o programa "Ecclesia" centra a sua atenção na Semana Nacional da Disciplina de EMRC. A não perder na RTP 2.

Sábado, 16 de Maio de 2009

Visitas de estudo 2º ciclo

Aproxima-se a vez do 5º e 6º ano ter a sua merecida visita de estudo, tal como os seus colegas do 3º ciclo tiveram.
Deste modo, os alunos do 5º ano irão participar no encontro regional de alunos de Moral da Diocese do Algarve. Será no dia 26 de Maio noParque municipal da cidade de Loulé, durante todo o dia.

No que toca ao 6º ano, estes irão no dia 12 de Junho até ao Badoca Safari Park (Alentejo). A visita consta de um safari para contactar com os animais que se encontram no parque. Também irão fazer rafting africano para refrescar um pouco do sol que se aguarda e terão tempo para brincar nos locais que o Badoca tem ao nosso dispor.

Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Novos Manuais Novos. Manuais em Análise até final de Maio

De acordo com orientações da DGIDC, os docentes de EMRC têm de proceder à avaliação dos manuais do 2.º, 6.º e 8.º anos do ensino básico, bem como do ES.

Para que tal avaliação seja feita nos prazos previstos (até ao final de Maio), o Secretariado Nacional da Educação Cristã acordou com a DGIDC que poria on-line as unidades lectivas de cada nível de ensino que estivessem mais avançadas no processo de elaboração.

Assim, pomos ao dispor dos docentes as duas primeiras Unidades Lectivas (UL) do 2.º, 6.º e 8.º anos, bem como uma UL do ES para que os docentes possam proceder à sua avaliação. Chamamos a atenção para o facto de estes materiais ainda não serem definitivos e de aparecerem com marca de água por motivos de segurança.

O Departamento de EMRC do SNEC

Consulte no Menu Novos Manuais os diferentes anos e faça o download das Unidade Lectivas de Teste do 2º ano, 6º ano, 8º ano e uma Unidade Lectiva do Ensino Secundário.

in emrcdigital.com

Sábado, 9 de Maio de 2009

Conferências episcopais da Europa estão preocupadas com o ensino religioso As escolas devem oferecer às crianças uma educação completa, que inclua o e

É um perigo limitar a educação às exigências do mercado de trabalho. Por isso, as escolas devem oferecer às crianças e jovens uma educação completa, que inclua o ensino religioso, defende o Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE). O órgão, que reúne 33 países, está preocupado com o ensino religioso. O conselho reuniu esta semana em Estrasburgo, com o Conselho da Europa, onde apresentou um estudo sobre o ensino da religião.

Jorge Paulo, coordenador do departamento de Educação Moral e Religião Católica (EMRC), que esteve em Estrasburgo, confirma que “todas as conferências episcopais estão preocupadas” com o ensino religioso.

“Há algumas forças, uma certa campanha para apagar o religioso. Uma campanha liderada por pessoas que se afirmam ateias e combatem a religião”, denuncia Peter Stilwell, perito no CCEE e responsável pelo Diálogo Inter-religioso do Patriarcado de Lisboa. O Pe. Peter Stilwell dá o exemplo de França, onde este ensino é marginalizado; e de Espanha e Portugal, onde é alternativo. Só em Itália o catolicismo é considerado património cultural.

Também Jorge Paulo é da opinião que “há correntes que acham que não deve haver ensino religioso na escola pública, pessoas que terão peso político”. O ensino da religião, “em Portugal, é visto como uma concessão à Igreja Católica e não como uma preocupação do Ministério da Educação”, critica Peter Stilwell. “Infelizmente, há muitos preconceitos”, lamenta.

Os sacerdotes defendem a frequência do ensino religioso para compreender o património cultural de um povo, mas também o dos outros. “Se estamos a formar para uma sociedade multicultural, é necessário conhecer os outros porque a religião pode ser factor de divisão”, alerta Stilwell.

Por isso, todos os alunos deveriam frequentar esta ou outra cadeira, de carácter obrigatório, onde tivessem formação religiosa. Não necessariamente católica, adverte Jorge Paulo.

O número de alunos de EMRC não tem crescido, cerca de 45 por cento frequenta a disciplina. O maior problema está no 1.º ciclo onde é difícil conciliar o horário e “não há vontade política para o fazer” - lamenta Jorge Paulo.

«Ensino da religião: um benefício para a Europa»

Mais de 200 participantes marcaram presença nesta discussão sobre «Ensino da religião: um benefício para a Europa», por ocasião da apresentação de um estudo sobre o ensino da religião na Europa, promovido pela CCEE e pela Conferência Episcopal italiana – CEI. O encontro foi promovido pelo CCEE, pela CEI e pela representação permanente da Santa Sé no Conselho da Europa.

D. Aldo Giordano, observador permanente da Santa Sé no Conselho da Europa sublinhou que a religião representa uma valência social e política e é determinante para a convivência das pessoas, não podendo, por isso, ser ignorada. “É uma valência cultural indispensável para a identidade e para o encontro entre as culturas”, afirmou segundo um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. “A religião reflecte sobre a questão, sempre urgente, do sentido da vida”.

Para o secretário geral da CEI, D. Mariano Crociata, o ensino da religião nas escolas contribuiu para a “construção da nova Europa e para o desenvolvimento de uma plena cidadania europeia”.

“Esta cidadania constroi-se graças à tradição e à identidade que marcou o continente e que hoje, cada vez mais, se interliga com outras, num contexto de uma Europa em constante mutação, perante o pluralismo cultural e religioso”.

Com vista à construção de uma casa europeia, a união dos povos, afirmou o secretário geral da CEI, “não pode nascer unicamente das decisões dos governos e das necessidades dos mercados, mas baseada nos valores e ideais comuns e da partilha de objectivos”.

O Cardeal Péter Erdő, Cardeal de Budapeste e Presidente da CCEE, recordou a importância da educação religiosa, numa época em que muitos percebem a marca de uma crise não apenas económica e de valores, mas sobretudo de sentido de vida.

A partir do estudo apresentado sobre o ensino da religião nas escolas públicas, “ficou evidente que o ensino da religião é uma realidade, um direito e um serviço solicitado por milhões de famílias”, indicou o Presidente da CCEE. Famílias a quem deve ser explicado o papel de “primeiros educadores” e que devem ser livres para desempenhar o seu papel segundo as suas convicções”.

Através do ensino da religião a Igreja presta um serviço ao homem, tendo em conta os aspectos da vida, individual e social, internas e externas, emocional e político. Por isto, a Igreja considera ser “seu dever continuar a educar os jovens, fazendo o possível para lhes dar instrução de alto nível e de forma atractiva”.

“Se a dimensão religiosa não se pode separar da unidade que é a pessoa humana, também o ensino da religião deve estar presente na educação da pessoa, ou seja, nas escolas, e nos areópagos da vida moderna”, considerou, pois “o contributo da religião pode gerar uma sociedade mais humana, mais solidária e rica de esperança”.

Gabriella Battaini Dragoni, Directora geral do Departamento de educação, cultura e património, juventude e desporto no Conselho da Europa centrou-se na importância da educação como factor essencial para viver numa sociedade multicultural, num princípio de laicidade “europeia” que, no Conselho da Europa é considerada a partir de três princípios essenciais: direitos do homem, democracia pluralista e estado de direito que garante a liberdade de consciência, a não discriminação e a autonomia do Estado e da religião.

Ján Figel’, membro da Comissão Europeia e responsável pela educação, formação da juventude afirmou que o tema da educação é, em grande parte, da competência dos Estados nacionais. “O mundo da educação na Europa parece um mosaico, e por isso, uma pluralidade que deve ser respeitada e promovida, também para garantir um futuro de esperança e não de cepticismo”.

O responsável afirmou ainda que a Comissão europeia está empenhada na promoção de uma educação “de qualidade, aberta a todos e que favoreça a mobilidade”, em particular através de programas europeus como o Erasmus, Socrates e Leonardo.

A ideia de um estudo sobre o ensinamento da religião na Europa, nasceu da vontade de perceber a situação europeia e na certeza de que este ensino poderia ser “um ponto de referência importante para a formação de uma cidadania plena e consciente, e também uma oportunidade valiosa para a Igreja Católica na Europa, empenhada na educação integral da pessoa”.

Vincenzo Annicchiarico, Responsável do Serviço Nacional para o ensino da religião católica, pertencente à CEI, serviço a quem foi pedido a coordenação deste estudo, referiu ser importante “para o futuro, manter viva esta rede de pessoas nos 33 países para podermos continuar a confrontar, perceber a evolução e saber em que direcção se deve seguir para melhorar o serviço educativo dos jovens europeus”.

Com Público(in ecclesia)

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Terço no YouTube é um sucesso

Acaba de ser lançada no YouTube a segunda versão do vídeo «May Feelings» (sentimentos de Maio), que procura promover entre os jovens a oração do terço.
A primeira versão fora lançada a 30 de Abril de 2008, com uma inusitada adesão do público, e até hoje contabiliza mais de 370 mil reproduções por parte dos usuários. O vídeo também foi promovido pela agência de notícias H2ONews.
O vídeo deste ano utiliza imagens sugestivas para estimular a recitação do rosário, alentando os jovens a manifestarem sem complexos a sua opção por esta prática.
Em inglês e espanhol, vão sendo lançadas ideias de quem não entende a oração, achando-a inútil, sem sentido, aborrecida ou ultrapassada, enquanto um jovem vai desenhando uma t-shirt em que se lê “Eu rezo o rosário”, um “movimento” a que se juntam vários outros jovens no final do vídeo de 3 minutos.

Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Exercício e Saúde - 9º ano

Trabalho sobre a Reciclagem - 6º ano

Até quando?

Guerras, prostituição, trabalho infantil, fome, maus tratos: este é dia-a-dia de mais de 400 milhões de crianças, por todo o mundo. Anualmente, mais de um milhão de meninos e meninas são traficadas, compradas ou raptadas. São crianças que vivem longe dos pais, sem o apoio dos seus países, como se fossem órfãos. Um em cada três recém-nascidos não é registado ao nascer e por isso estão privadas de seu direito à identidade e à nacionalidade. Não contam. O problema é grave na Ásia, com 25 milhões de nascimentos não registados por ano, e na África, com 17 milhões. Na América Latina, 14 em cada 100 bebés tão-pouco são inscritos nos registos civis dos seus países e isso acontece a dois por cento dos recém-nascidos nos países industrializados. Escondidos por gananciosos No mundo, uma em cada seis crianças dos 5 aos 14 anos trabalha: são 158 milhões no total. Isso impede-as de ir à escola e de conviver. Alguns exemplos: – Na Ásia, há crianças vendidas pelos pais para pagar dívidas....
(in audacia Maio)

Professores de EMRC, exemplo de "espírito positivo de laicidade"


Os professores de religião e Moral são exemplo do "espírito positivo de laicidade".

As palavras são de Bento XVI que no passado dia 27 de Abril discursou perante professores de religião das escolas Italianas.

Ao longo da sua reflexão o Papa reflectiu sobre a vocação destes homens e mulheres que dão a sua vida para transmitir nas escolas os fundamentos da fé cristã.

"Longe de ser uma interferência ou uma limitação da liberdade, a vossa presença é um valioso exemplo desse espírito positivo de laicidade que permite promover uma convivência civil construtiva, fundada no respeito recíproco e no diálogo leal, valores dos quais um país sempre carece".

No encontro, celebrado na Sala Paulo VI do Vaticano, Bento XVI analisou a relação especial que muitas vezes se cria entre o professor de religião e os alunos. "É significativo que os jovens se mantenham em contacto com ele mesmo depois de terminada a leccionação".

Para o Papa "o elevadíssimo número de quem escolhe esta matéria [NR. Números de Itália] é também sinal do valor insubstituível que reveste no caminho formativo" e acontece porque "favorece a reflexão sobre o sentido profundo da existência".

Para Bento XVI a adesão à disciplina e as relações inter-pessoais que com ela surgem só são possíveis porque o ensino da religião "põe no centro a pessoa humana e a sua inviolável dignidade, deixando-se iluminar pela experiência única de Jesus de Nazaré, de quem busca investigar a sua identidade, que não deixa de interrogar os homens desde há dois mil anos", sublinhou.

"Graças ao ensino da religião católica, a escola e a sociedade ficam mais ricas e transforma-se em verdadeiros laboratórios de cultura e de humanidade, nos quais, decifrando a contribuição significativa do cristianismo, se capacita a pessoa para descobrir o bem e para crescer na responsabilidade".

O Papel do Professor de Religião

o Papa explicou que o professor de religião não só deve estar devidamente capacitado a nível humano, cultural e pedagógico, mas antes de tudo tem a vocação "de deixar transluzir que o Deus do qual falais nas salas constitui a referência essencial da vossa vida".

No final o Papa desejou aos professores "que o Senhor vos dê a alegria de não se envergonharem nunca do seu Evangelho, a graça para vivê-lo, a paixão para compartilhar e cultivar a novidade que emana dele para a vida do mundo".

(in emrcdigital)

Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Estudo europeu aponta ensino da religião como «importante para crescimento global» Estudo realizado pelo Conselho das Conferências dos Bispos da Europ


O ensino de religião é “importante para o crescimento global de uma pessoa” e constitui “um bom contributo para a formação de um cidadão”. Este é o tema subjacente que na tarde desta Segunda-feira, o Conselho da Europa, em Estrasburgo está a reflectir, enquanto analisa um trabalho sobre o ensino de religião nas escolas europeias, conduzido pelo Conselho das Conferências dos Bispos da Europa (CCEE), juntamente com a Conferência Episcopal Italiana.

O estudo, que decorreu entre Janeiro de 2005 e Novembro de 2007, envolveu as 33 Conferências episcopais Europeias e reuniu um total de 33 relatórios sobre as situações nacionais.

O estudo mostra que o ensino de religião nas escolas é garantido em todos os países europeus. As excepções são a Bulgária, a Bielorússia e uma grande parte do território francês (com excepção da Alsácia e Mosela). O trabalho dá conta que a Bulgária tem poucos católicos e que é muito difícil organizar um curso de Educação Religiosa, enquanto que na Bielorússia, a Igreja Ortodoxa e o Ministério da Educação estão a considerar a possibilidade de introduzir um curso de educação ortodoxa nas escolas. A Igreja Católica facultou um curso facultativo sobre religião.

O trabalho evidencia que noutros países europeus o ensino de religião segue duas linhas orientadoras: uma educação religiosa baseada “nas ciências das religiões”, orientadas pelo Estado, ou uma educação cujo “ensino de religião segue dentro de uma contexto confessional”, onde as Igrejas têm um papel proactivo.

O modelo de inspiração a partir da ciência das religiões é característico dos países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca). A existência de uma religião estado (neste caso Luterana) resulta provavelmente da integração de uma cultura biblíca e teológica no currículo profundamente marcado pela secularização, típica da cultura nestes países, indica o estudo.

O ensino da religião dentro de um contexto confessional é o modelo que prevalece na Europa. Na Polónia, o ensino de religião é opcional e confessional, sendo frequentado por cerca de 95,1 % dos estudantes. Na Bélgica, todos os alunos entre os 6 e os 18 anos, tem direito a um “curso filosófico”, cujo ensino é da responsabilidade de “cultos reconhecidos” ou de “associações reconhecidas”.

64% dos alunos de escolas primárias e 32% de alunos das escolas secundárias frequentam a disciplina de religião católica. Em Itália, a disciplina de religião é frequentada por cerca de 91,6 % dos alunos (a percentagem desce para 85% em escolas secundárias). O estudo aponta “ataques” contra as disciplinas de religião desenvolvidos por “áreas radicais e secularistas” manifestando o desejo de “superação”.

A Alemanha procura uma “cooperação ecuménica” entre a Igreja Católica e a Igreja Evangélica, estabelecida num acordo de 1998 que recomenda uma “colaboração entre os professores, um número partilhado de horas de aulas em comum e a partilha de serviços litúrgicos”.

Na Roménia, o ensino da religião foi re-introduzido em 1990 e é garantido a todos os níveis, a partir de aulas com o mínimo de 10 alunos. Mas uma vez que os estudantes católicos são uma minoria nas escolas estatais, na sua maioria falham o número mínimo e têm de optar pelo ensino de religião ortodoxa, a opção alternativa existente, ou nenhuma formação religiosa.

Em Inglaterra e país de Gales o estudo aponta que “a opinião pública, em especial depois dos ataques terroristas de 2005, está a aumentar a favor do ensino de religião como um factor social para um entendimento mútuo”.

(in Agencia Ecclesia)

Sábado, 2 de Maio de 2009

Mensagens de alunos e professor para o Dia da Mãe

Mãe, o que sou hoje, a ti te devo.
Viste-me nascer, crescer, brincar, falar, sorrir...
Através do teu amor compreendi a palavra MÃE.
Agradeço-te por tudo o que sou hoje.

Prof. Tito Romeu





Mãe, fazes-me sentir a vida, a beleza das cores,
a harmonia, o encanto e a doçura!

Anónimo (aluno)


Qualquer uma pode dar à luz...mas apenas algumas se podem chamar de mães.
As verdadeiras mães sao as que nos dão o carinho e o amor, mesmo sem serem do mesmo sangue que o nosso.

Jessica 8º ano


Mãe a mulher mais bela que jamais conheci.
Ela faz parte de nós, ensina-nos muitas coisas.
Com ela desabafamos e choramos.
Uma mãe é capaz de tudo pelo filho.
M de maravilhosa
A de amorosa
E de especial

Carina 8º ano


Maezinha gosto muito de ti.
Desejo-te muitas felicidades e que tenhas uma vida muito feliz.

Luis Louzeiro 8º ano

Passatempos para Dia da Mãe

Dia da Mãe - ideias de prendas


O que é o Dia da Mãe

  • Como talvez saibas, o Dia da Mãe foi oficialmente criado pela norte-americana Anna Jarvis, que perdeu a sua mãe em 1904. Mas a História deste dia começou muito antes, há mais de 2000 anos!

  • As mais antigas celebrações do Dia da Mãe estão ligadas à comemoração do início da Primavera, na Grécia Antiga. Estes festejos eram em honra da Deusa Rhea, mulher de Cronos e mãe de todos os deuses desta cultura.

  • Por seu turno, em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cibele, a mãe dos deuses romanos. O dia dedicado a esta deusa foi criado cerca de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

  • Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo da Quaresma (os 40 dias antes da Páscoa) um dia chamado "O Domingo da Mãe", dedicado a todas as mães inglesas. Nesta época, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.
    Assim, no Domingo da Mãe, os criados tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.

  • Sabias que a primeira vez que se falou realmente num dia especial só para mães foi nos Estados Unidos em 1872? Julia Ward Howe e algumas colegas uniram-se para lutar contra a guerra e, segundo elas, o Dia da Mãe seria um dia de paz.